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A sala pisca na sua frente por um instante, como um PMP que está prestes a perder a recepção. Você escuta o martelo da arma retesar em um polímero barato e você quase pode cheirar o ozônio enquanto a bala desliza para fora da câmara. A janela se parte espalhando pedaços de vidro impermeável do tamanho de membros desencarnados. O seu chip neurológico manda a trajetória da implacável sentença de morte que acelera em sua direção enquanto seus olhos rolam em sua cavidade ocular mecanizada. Energia corre brutalmente por suas veias. Você tem apenas uma fração de segundo para fazer algo. O que você faz?

The Veil é um jogo colaborativo de RPG/storytelling, criado com a Apocalypse World Engine e projetado para contar histórias cyberpunk criadas por você. Use ferramentas de construção de mundos para inventar cenários únicos que tem o visual e o clima cyberpunk que você e seus amigos sempre quiseram. Coloque questões que motivam seus personagens no centro de assaltos, mistérios e conspirações Destrua um mundo num futuro próximo e depois tente o reconstrui-lo. Jogue para ver o que acontece.

Ao todo os livro conta com 12 personagens jogáveis diferentes

The Veil é um novo jogo de RPG ambientado em um futuro onde avanços na tecnologia forçam a humanidade a se redefinir.

The Apparatus: é uma Inteligência Artificial recentemente despertada lutando para aprender sobre o mundo e seu lugar nele.

The Arquitect: é armado com um poderoso e melhorado cyber-cérebro, eles podem moldar e manipular ambientes digitais, incluindo aspectos da realidade mista em que todos vivem.

The Attached: é ao mesmo tempo melhorado por e ligado intimamente as suas próprias criações, eles são um Frankenstein que podem ou não ter criado um monstro.

The Catabolist: é obcecado com a integração de sistemas cibernéticos em seu corpo, mas rejeita todos os processos cibernéticos convencionais. Eles veneram a tecnologia.

The Dying: sofre de uma doença que vai matá-los, mas que também lhes permite ver e fazer coisas que ninguém mais pode.

The Empath: é capaz de interagir com as emoções como se fossem coisas tangíveis capazes de manipulação.

The Executive: Embora seja parte de uma entidade estabelecida maior, o Executivo responde aos seus pares e, em última análise, a sua própria agenda, mas dentro desse quadro você trabalha dentro do sistema para realizar seus próprios objetivos.

The Honed: recusa-se a acreditar ou a integrar-se com a tecnologia e a cibernética. Treinam e afiam seu corpo em uma ferramenta com a qual podem realizar coisas surpreendentes.

The Honorbound: reforça o rígido código de Giri – a moeda social que é dever, honra e rosto.

The Onomastic: procura os verdadeiros nomes das coisas e do conhecimento perdido, corrompido ou escondido atrás do Véu.

The Seeker: persegue a iluminação e vê o mundo através da lente de sua fé.

The Wayward: Com tecnologia futurista os limites que atualmente percebemos, bem como a desconhecido, poderia ser alterado ou resolvido inteiramente. O Wayward tem um sentido do místico ou fantasioso

Algumas das outras coisas que achamos que são legais sobre The Veil:

Estados como estatísticas. Seis estados emocionais estimulam os jogadores a permanecer em sintonia com seus personagens e adicionar detalhes evocativos; Quando um jogador aciona um movimento eles devem pensar sobre qual estado seu personagem está para que eles possam adicionar o modificador apropriado.

Giri como dívida. Dever, obrigação e face desempenham papéis importantes no cenário e têm mecânicas que os apoiam.

Playbooks que contribuem para a ficção, e que estão ligados a certos elementos do mesmo, instigar os jogadores a assumir a liderança e ter autoridade sobre os elementos centrais para o seu personagem.

Tags como posicionamento fictício. Uma maneira fácil e saborosa de modificar a cibernética e a tecnologia, como os personagens interagem com o mundo e acelerar a criação de personagens.

Crenças como avanço. Os protagonistas estão constantemente mudando, reavaliando como vêem o mundo, e sendo recompensados ​​por isso.

Apoio para MCs ( Master of Ceremonies no original) que projetam cenários que visam começar no coração de perguntas importantes sobre humanidade e estar no coração de toda a mídia cyberpunk clássica.

Claro, há um conjunto de movimentos básicos para facilitar a cinemática, gameplay cyberpunk, relacionamentos e crenças para dar corpo ao mundo, e tudo o mais que você esperaria de um jogo ‘Powered by the Apocalypse’.

Lançamento Previsto para o segundo semestre de 2017